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Passarela do Gigica Cede em Mucuri e Coloca em Risco a Segurança de Turistas e Moradores

Na manhã do dia 15 de fevereiro, a emblemática passarela do Gigica, um dos principais pontos turísticos de Mucuri, cedeu durante o feriado de Carnaval, resultando em um momento de indignação entre turistas e moradores. O incidente levantou questões sérias sobre a segurança do local, que já havia sido alertado pela equipe de reportagem três meses antes.

Em matéria veiculada em dezembro do ano passado, a equipe denunciou as condições precárias da passarela, destacando sinais evidentes de controle e a necessidade urgente de reparos. Na ocasião, uma reportagem indicava que a estrutura apresentava riscos, mas a resposta da prefeitura foi considerada insuficiente. Após a veiculação, foram feitos reparos superficiais, que, segundo especialistas, não garantiram a segurança necessária para suportar o fluxo de pessoas — especialmente em um período festivo como o Carnaval, quando a passagem estava lotada de visitantes em busca de lazer.

O desabamento da passarela causou não apenas o bloqueio do acesso aos turistas, mas também levantou um alerta sobre a responsabilidade das autoridades locais em garantir a segurança da comunidade. A estrutura, que deveria ser um símbolo de acolhimento e beleza, transformou-se em um risco iminente. A prefeitura de Mucuri, que havia se comprometido com a manutenção adequada da passagem, agora enfrenta críticas severas pela falta de ação eficaz e preventiva.

Testemunhas relatando momentos de tensão  “Eu não consegui acreditar no que aconteceu. A passarela sempre foi um lugar seguro para passearmos, e ver isso acontecer foi chocante”, afirmou um turista que visitou a cidade.

Com a passagem interditada por quase 24 horas, a movimentação na localidade foi significativamente afetada, prejudicando não apenas os negócios locais, que dependem do turismo, mas também a população que utiliza a estrutura diariamente. A situação exige uma resposta rápida da administração pública, não apenas para reparar os danos causados, mas principalmente para garantir que eventos como esse não voltem a ocorrer.

Redação FM NEWS