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Professor Zé Marques / Foragido da Justiça por crime de estupro de vulnerável é preso em Caravelas

O professor José Marques Figueiredo Rosário, condenado em segunda instância pelo Tribunal de Justiça da Bahia pelo crime de estupro de vulnerável, foi preso no distrito de Ponta de Areia, município de Caravelas, após quase 90 dias foragido. Conhecido como Zé Marques, ele atuava na área educacional em Mucuri há mais de 20 anos, onde também lecionava música.

A prisão ocorreu após levantamento e monitoramento por parte das autoridades locais, que conseguiram localizar o acusado no referido distrito. José Marques havia fugido logo após ser avisado sobre o mandado de prisão antes mesmo de sua expedição oficial, tentando assim evitar o cumprimento da decisão judicial.

Conforme consta nos autos, o professor foi condenado por um crime grave que chocou a comunidade: estupro de vulnerável. Essa prática, tipificada no Código Penal brasileiro, refere-se à violência sexual contra pessoas incapazes de oferecer resistência, como crianças ou adolescentes. A sentença foi proferida em segunda instância, confirmando a gravidade e a veracidade dos fatos apurados durante o processo.

Zé Marques era servidor público concursado no município de Mucuri e exercia suas funções com uma trajetória de mais de duas décadas. Além das atividades no ensino regular, era também responsável pelas aulas de música oferecidas no município, o que gerou grande repercussão negativa na região diante das acusações e da confirmação da condenação.

Após a localização, o professor recebeu voz de prisão e foi conduzido imediatamente à unidade policial competente para os procedimentos de praxe. Em seguida, foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário para o cumprimento da pena imposta.

A ação das forças policiais reforça o compromisso das autoridades com a efetivação da justiça e com a proteção das vítimas de crimes sexuais, especialmente os mais vulneráveis. O caso segue acompanhado de perto para garantir o respeito às decisões judiciais e a manutenção da ordem pública na região.

A polícia orienta que qualquer denúncia ou informação relacionada a casos semelhantes deve ser comunicada imediatamente às autoridades para que medidas cabíveis sejam tomadas, assegurando a proteção da população.

Por Natacha Nakamura / Grupo FM

Foto: Reprodução Internet